Os juros futuros avançam no início dos negócios nesta quarta-feira. Depois do intenso estresse da segunda-feira, após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o alívio de ontem depois de seguidas intervenções do Tesouro Nacional, as taxas voltam a se ajustar de acordo com o cenário macroeconômico sob o novo governo petista. Ao mesmo tempo, o exterior pode ganhar algum protagonismo no pregão de hoje diante da decisão de juros do Federal Reserve (Fed), que deve manter a taxa básica americana no intervalo de 3,75% a 4%, mas sob um discurso duro de seu presidente, Kevin Warsh. Por volta de 9h10, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2028 subia de 14,385%, do ajuste da véspera, a 14,505%; a do DI de janeiro de 2029 avançava de 14,76% para 14,905%; e a do DI de janeiro de 2031 tinha alta de 14,91% a 15,03%. Nos Estados Unidos, as taxas dos Treasuries oscilavam perto da estabilidade, mas passaram a exibir leve alta há pouco. No horário citado, o rendimento da T-note de dez anos passava de 5,003% a 5,016%.
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