A CEO da Bitget, Gracy Chen, não acredita na sustentabilidade do rali atual do Bitcoin e planeja uma estratégia de acumulação, visando adquirir mais BTC quando o preço atingir a faixa de US$50.000. Esta projeção de preço é esperada para ocorrer mais tarde em 2026 ou no início do próximo ano, sinalizando uma potencial correção significativa dos níveis atuais. Tal perspectiva pode influenciar o fluxo de capital para o mercado de criptomoedas, à medida que investidores sofisticados reavaliam o risco e a oportunidade de entrada. Para ativos como BTC e ETH, uma desvalorização para o patamar de US$50.000 representaria uma retração considerável, impactando diretamente ETFs como IBIT e empresas com balanço exposto ao Bitcoin como MSTR. No Brasil, investidores que detêm ETFs de cripto ou ações de empresas com exposição indireta podem observar volatilidade. Um paralelo histórico pode ser traçado com o bear market de 2018, quando o BTC caiu de ~US$20.000 para ~US$3.200, criando oportunidades para acumulação de longo prazo. O principal gatilho a monitorar será a sustentação dos níveis atuais e a realização de lucros, que podem acelerar a correção para o patamar de US$50.000, com horizontes de médio prazo indicando uma possível fase de consolidação antes de um novo ciclo de alta.
Nas próximas 8-12 semanas, o Bitcoin ($765.72, embora lateral no momento) pode enfrentar pressão vendedora, com uma potencial correção para a faixa de US$55.000-US$60.000. O gatilho para uma queda mais acentuada para US$50.000, como previsto pela CEO, seria uma desaceleração econômica global ou um aperto monetário inesperado, possivelmente no quarto trimestre de 2026. A visão de médio prazo até o início de 2027 sugere uma fase de consolidação em torno de US$50.000, que seria seguida por um novo ciclo de alta com acumulação institucional.
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