No domingo 1º, o ministro da Secretaria‑Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, trocaram ataques nas redes sociais sobre a aprovação do aumento do ICMS sobre diesel, que será aplicado a partir de 1º de fevereiro de 2027. A decisão, aprovada na terça‑feira 27 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), eleva o preço do litro de diesel de R$ 1,17 para R$ 1,30, um aumento de 11,1 %. Boulos acusou Tarcísio de apoiar o reajuste e de prejudicar caminhoneiros, vinculando o aumento ao preço internacional do petróleo e à guerra no Irã. Ele também citou a subvenção federal de R$ 2,12 por litro de diesel rodoviário, prorrogada por mais 30 dias. Tarcísio rebateu as críticas, afirmando que a decisão foi tomada unanimemente no Confaz, inclusive pelos Estados governados pelo PT, e destacou que São Paulo mantém a alíquota modal do ICMS em 18 %, enquanto outros estados aumentaram para 22,5 %, 20,5 % e 20 %.
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