O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 1,42%, aos 165.528 pontos, acumulando a sexta baixa consecutiva. O índice oscilou entre a mínima de 164.446 pontos e a máxima de 168.005 pontos, permanecendo abaixo dos 170.000 pontos. No início de outubro, o Ibovespa havia renovado a máxima histórica em 209.713 pontos. Desde então, porém, perdeu força e passou a aprofundar o movimento de baixa, devolvendo parte expressiva da valorização anterior. No gráfico diário, observo que o índice permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, com afastamento relevante dessas referências. A configuração mantém o viés negativo e confirma o predomínio da pressão vendedora. O IFR (14) recuou para 24,14, permanecendo em região de sobrevenda. Na minha leitura, essa condição aumenta a possibilidade de repiques técnicos, mas ainda não sinaliza a formação de um fundo ou a reversão da tendência. Para iniciar uma recuperação mais consistente, o Ibovespa precisará superar a região de 181.460/189.487 pontos. Acima dessa faixa, os próximos objetivos ficam em 203.050 pontos e na máxima histórica de 209.713 pontos. Pelo lado vendedor, a mínima da sessão chegou a perfurar os 164.835 pontos, mas o índice encerrou acima desse suporte. Uma perda confirmada desse nível poderá abrir caminho para os 153.000 pontos e, em uma correção mais extensa, para os 147.000 pontos. Saiba mais: B3 amplia horário de funcionamento a partir da próxima terça-feira (3); entenda Expert Trader XP 2027: segunda edição é anunciada durante a Casa Clear Gráfico de 60 minutos No gráfico de 60 minutos, identifico a continuidade da estrutura de baixa, com o Ibovespa abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O afastamento dessas referências mantém aberto o risco de novas perdas, apesar da condição técnica esticada. Para recuperar força compradora, o índice deverá superar as resistências em 169.125/171.750 pontos. Caso confirme esse movimento com entrada de volume, poderá buscar 178.530/181.565 pontos e, posteriormente, 189.487/195.305 pontos. No sentido contrário, a perda dos suportes em 164.446/163.570 pontos poderá intensificar o fluxo vendedor. Abaixo dessa faixa, vejo espaço para testes em 161.765/160.180 pontos, com alvos mais longos em 159.375/157.565 pontos. Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo PazMinicontratos Os contratos de mini-índice WINZ26, com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (03/11) em queda de 1,44%, aos 168.035 pontos. O mini-índice permanece inserido em um cenário de elevada volatilidade e pressão vendedora, apesar da recuperação observada no fim da última sessão. No gráfico de 15 minutos, a primeira região decisiva está entre o suporte de 167.365/166.685 pontos e a resistência de 168.345/169.340 pontos. O rompimento de um desses extremos poderá indicar a direção do próximo movimento intradiário. No gráfico de 60 minutos, o índice terminou entre as médias móveis de curto prazo, o que reforça a necessidade de aguardar uma definição. A estrutura mais ampla ainda favorece os vendedores, mas a proximidade das médias pode abrir espaço para maior oscilação durante o pregão. Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz Confira o que esperar para o mini-índice nesta quarta-feira (04) Os contratos de minidólar (WDOZ26), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (03/11) em alta de 0,90%, aos 5.519 pontos. O minidólar avançou pela terceira sessão consecutiva, mas terminou o dia próximo e ainda abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para a sessão de hoje, considero a resistência de 5.526,5/5.538,5 pontos a principal referência para a continuidade da alta. Na direção oposta, o primeiro suporte está em 5.512/5.494 pontos e sua perda pode abrir espaço para uma correção mais ampla. No gráfico de 60 minutos, o cenário permanece positivo, com o ativo acima das médias de 9 e 21 períodos. A manutenção desse movimento depende do rompimento das resistências mais próximas, enquanto a perda dos suportes pode fortalecer uma realização. Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz Confira o que esperar para o minidólar nesta quarta-feira (04). O contrato futuro de Bitcoin (BITX26), com vencimento em novembro, encerrou a última sessão em alta de 1,97%, aos 432.320 pontos. Na minha leitura do gráfico diário, o avanço devolveu força aos compradores e aproximou o contrato da resistência imediata. O comportamento nessa região será determinante para indicar se o ativo conseguirá prolongar a recuperação ou se voltará a enfrentar pressão vendedora. A faixa das médias móveis continua como referência técnica importante. Sua perda, acompanhada de volume, poderá enfraquecer a estrutura e intensificar o movimento de baixa. O IFR (14), em 53,12 pontos, permanece neutro, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. Para retomar o fluxo de baixa, o contrato precisará perder 417.080/402.020 pontos. Abaixo dessa região, acompanho os alvos em 392.530/377.770 pontos e, posteriormente, em 359.640/332.945 pontos. Para dar continuidade à alta, será necessário superar 441.700 pontos. O rompimento dessa resistência poderá abrir caminho para 467.540/483.225 pontos e, em um movimento mais longo, para 525.800/596.000 pontos. Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo PazSuporte e resistência Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (04). IM Points. Elaboração: Rodrigo Paz. Fonte: Nelogica. (Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T) Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 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