Em 30 de outubro de 2026, o jornal argentino Clarín divulgou que Flávio Bolsonaro teria deixado o Brasil rumo aos Estados Unidos após perder a eleição presidencial. Segundo a reportagem de Nicolás Wiñazki, a fuga envolveu apoio dos Estados Unidos tanto na Argentina quanto no Brasil, com o aluguel de pelo menos três jatos particulares. Na noite de 27 de outubro, uma van branca chegou ao aeroporto de Puerto Iguazú, mas a família Bolsonaro já estava no local uma hora antes, em um veículo cujos movimentos teriam sido organizados por agentes americanos. Os membros da Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA) e funcionários da imigração e alfândega foram afastados, permitindo a decolagem do jato Gulfstream IV, matrícula LV‑JQW, com destino a Miami. O plano incluiu ainda caminhonetes que percorreram aproximadamente 1,6 mil km de Brasília a Foz do Iguaçu. O presidente argentino Javier Milei enviou seu assessor Santiago Caputo a Misiones para garantir a execução da operação.
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