Citi e DBS realizam 1ª transferência tokenizada via Swift, quebrando barreiras bancárias

Citi e DBS realizaram a primeira transferência tokenizada transfronteiriça com sucesso, utilizando a tecnologia de ledger blockchain da Swift para processar um depósito durante o fim de semana. A tokenização e a infraestrutura DLT (Distributed Ledger Technology) da Swift permitem liquidação contínua e instantânea, removendo a necessidade de intermediários e reduzindo os custos operacionais e de capital, especialmente para pagamentos internacionais. Para o investidor brasileiro, a maior eficiência no fluxo de capitais global pode impulsionar o mercado de câmbio, beneficiar empresas com operações internacionais e acelerar a demanda por soluções blockchain no país. Similar à introdução do SWIFT original nos anos 70 que padronizou mensagens interbancárias, este movimento com DLT busca uma nova camada de eficiência, como a digitalização de pagamentos domésticos reduziu custos em ~30% em 2010-2015. O próximo gatilho a monitorar será a expansão do piloto da Swift para outros bancos e moedas, bem como anúncios sobre a integração de CBDCs (Central Bank Digital Currencies) ou RWA (Real World Assets) tokenizados. No médio prazo (12-24 meses), a aceleração da tokenização pode levar a uma reestruturação significativa no setor de pagamentos e liquidez interbancária, favorecendo plataformas e instituições que lideram a inovação DLT.

Análise

Nas próximas 6-12 semanas, espera-se que a Swift anuncie a próxima fase do piloto, possivelmente com mais participantes e moedas. No médio prazo, o mercado estará atento a anúncios de integração com CBDCs ou RWA tokenizados.

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