A Google assinou um acordo de longo prazo, com duração de 20 anos, com a Constellation para garantir o fornecimento de 890 megawatts de capacidade de energia nuclear, proveniente de reatores já existentes. Este contrato visa atender à demanda energética exponencial dos seus data centers, impulsionada pela expansão da inteligência artificial. O mecanismo econômico por trás deste movimento é a busca por estabilidade no fornecimento e precificação de energia limpa, um insumo crítico para o crescimento do setor de tecnologia. Embora o acordo seja nos EUA, a tendência de big techs buscando energia limpa pode influenciar o mercado de tecnologia e energia no Brasil. No passado, a expansão dos data centers da Amazon em 2014 levou a acordos semelhantes com fontes eólicas. O próximo passo será monitorar novos anúncios de parcerias energéticas de grandes empresas de tecnologia.
Acompanhar os relatórios de resultados da Constellation para verificar o impacto financeiro do contrato e os anúncios de outras big techs sobre suas estratégias de energia para IA, que podem consolidar a energia nuclear como uma solução viável para o setor. O próximo FOMC em 4 de novembro de 2026 também influenciará o custo do capital para grandes projetos de infraestrutura.
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