O cheiro da morte ainda paira no ar sob o calor sufocante da costa caribenha da Venezuela, onde famílias desalojadas dormem em beliches instalados em salas de aula adaptadas e covas recém-abertas se alinham em um cemitério próximo. Três semanas após dois terremotos atingirem o densamente povoado Estado de La Guaira, a busca frenética por sobreviventes deu lugar a uma realidade sombria: sepultar os mortos, cuidar de milhares de desabrigados e reconstruir comunidades devastadas. No cemitério La Es
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