A movimentação on-chain de Bitcoins com idade superior a um ano demonstrou volumes extraordinários ao longo de 2024 e 2025, conforme gráficos de Alex Thorn da Galaxy Research. Em contraste, 2026 registra um volume inferior à metade do observado em 2025, indicando uma forte redução na pressão de venda de detentores de longo prazo, ou que a fase de distribuição de lucros já foi absorvida. Esta desaceleração é um sinal potencialmente bullish para o BTC, pois sinaliza menor oferta disponível para venda, podendo impulsionar o preço se a demanda persistir, impactando também ETFs como IBIT e FBTC, e mineradoras como MARA. Para o investidor brasileiro, um cenário de menor pressão vendedora em Bitcoin pode fortalecer o HASH11, mas o real (USDBRL) pode não ter impacto direto significativo, a menos que haja um rally substancial que atraia capital global. Historicamente, períodos de baixa movimentação de moedas antigas após um ciclo de alta, como observado em 2020 antes do rally de 2021, frequentemente precedem fases de valorização, indicando um período de consolidação da base de holders. O próximo gatilho a monitorar é o comportamento do preço do Bitcoin ao redor do nível de $69.000, cuja sustentação ou rompimento definirá a confiança dos novos participantes do mercado. No médio prazo, se a base de novos holders se mostrar resiliente e o volume de moedas antigas permanecer baixo, o Bitcoin pode estabelecer um novo piso de preço mais elevado, com potencial para testar novas máximas em 6-12 meses.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que o Bitcoin teste a resiliência dos novos holders ao redor do nível de $69.000. Se este suporte for mantido e a movimentação de moedas antigas permanecer baixa, o ativo pode iniciar uma nova fase de acumulação e potencial valorização, buscando a faixa de $75.000. Um rompimento abaixo de $69.000, no entanto, indicaria fraqueza e possível correção.
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