De tempos em tempos, o noticiário volta a trazer o mesmo enredo: trocas de conselheiros em empresas estatais e a indicação de nomes próximos à base política do governo de plantão. Cada vez que esse assunto reaparece, ele nos lembra por que o Brasil precisou de uma Lei das Estatais e por que a forma como um acionista seleciona um conselheiro ou uma conselheira diz muito sobre a maturidade da governança da organização. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da m
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