Ativistas do Greenpeace forçam paralisação da plataforma LNG da Woodside

Autoridades australianas anunciaram a prisão de dois ativistas do Greenpeace que, no sábado, embarcaram na plataforma Scarborough LNG, operada pela Woodside Energy, localizada na costa da Austrália Ocidental. Os manifestantes permaneceram a bordo durante a noite, provocando a paralisação das operações da planta de gás natural liquefeito, avaliada em US$ 12,5 bilhões. Segundo declaração da polícia citada pela ABC, os ativistas foram acusados de "interferir em instalações ou operações de petróleo offshore", crime cuja pena máxima pode chegar a 10 anos de prisão. A Woodside informou que está avaliando os danos e que a retomada das atividades dependerá de liberação das autoridades regulatórias. Reuters informou que o grupo Greenpeace divulgou um comunicado afirmando que a ação visa chamar atenção para os impactos climáticos da expansão de combustíveis fósseis.

Análise

A reabertura da plataforma Scarborough, dependente da liberação das autoridades australianas, será o fator decisivo para determinar se o impacto nos preços do LNG será transitório ou prolongado.

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