O ETF de Bitcoin (MSBT) da Morgan Stanley atraiu US$371.1 milhões em contribuições de cotas durante seu período operacional, conforme dados da CryptoSlate. Este significativo fluxo de capital institucional ocorreu mesmo enquanto o Bitcoin registrava uma desvalorização de US$66.8 milhões, destacando a resiliência da demanda. A preferência por veículos regulados como ETFs sinaliza a busca por conformidade e segurança no acesso ao ativo digital, criando uma pressão compradora para o BTC. Para o investidor brasileiro, o movimento em ETFs globais valida indiretamente ETFs de cripto na B3, como HASH11 e BITH11. Um paralelo histórico pode ser traçado com a introdução do ETF de ouro (GLD) em 2004, que facilitou o acesso institucional e levou a um aumento de ~150% no preço do ouro nos 5 anos seguintes. O próximo gatilho importante será a divulgação dos fluxos semanais dos ETFs de Bitcoin e a potencial aprovação de ETFs de Ether spot. No médio prazo, essa demanda institucional persistente pode estabilizar e impulsionar o preço do Bitcoin, consolidando-o como uma classe de ativos legítima.
Nas próximas 4-6 semanas, espera-se que os fluxos de capital para ETFs de Bitcoin continuem resilientes, impulsionando o BTC ($63,491) em direção à resistência de $70k. O gatilho para uma aceleração seria a aprovação dos ETFs de Ether spot, enquanto uma desaceleração econômica global poderia frear o ímpeto, empurrando o BTC para o suporte de $60k.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real