A matéria da CNBC Top aponta que grandes companhias americanas dependem de decisões de Washington, e que as eleições de meio de mandato podem alterar esse relacionamento. Uma vitória democrática em uma ou ambas as câmaras do Congresso daria ao partido novo poder para investigar empresas, questionar gastos federais e exigir concessões legislativas, embora o presidente Donald Trump continuasse com veto e ampla autoridade sobre tarifas, imigração e regulação. Historicamente, o S&P 500 tem registrado ganhos médios de 23% quando o Congresso fica dividido e 16% quando os democratas controlam ambas as câmaras, segundo análise da Morgan Stanley. Analistas como Ariana Salvatore (Morgan Stanley) e Jeff Buchbinder (LPL Financial) apontam que o padrão pode não se repetir, mas reconhecem potenciais mudanças de política que podem afetar setores como defesa, saúde, bancos e IA. Recentemente, senadores e representantes democratas solicitaram documentos a empresas como Cisco, Salesforce, ServiceNow, Kraken, Apple e Nvidia, estas duas últimas comprometendo US$ 25 milhões cada em um projeto investigado. O projeto de lei de cortes de impostos de 2025, conhecido como One Big Beautiful Bill, projeta reduzir gastos federais com Medicaid em US$ 911 bilhões até 2034, conforme análise da KFF baseada em estimativas do CBO.
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