O governo divulgou que a oferta de diesel no país deve superar a demanda em 6% no mês de outubro. Esse desequilíbrio cria pressão descendente sobre o preço do diesel, que costuma reagir a variações de oferta. A queda esperada nos preços reduz custos de combustível para companhias aéreas como Azul e Gol, além de operadores logísticos portuários. As refinarias, representadas por Petrobras e PetroRio, podem ver suas margens de diesel comprimidas. O efeito se propaga ao consumidor final via menores preços de frete e possível alívio inflacionário. Historicamente, episódios de excesso de oferta de diesel geraram quedas de preço de até 8% em períodos similares. O desfecho dependerá da evolução dos preços do diesel ao longo do mês. O acompanhamento dos indicadores de preço do diesel da ANP e do IPCA será crucial para confirmar a direção do impacto.
O desfecho dependerá da variação do preço médio do diesel divulgado pela ANP ao longo de outubro e da publicação do IPCA em novembro, que refletirá o impacto inflacionário.
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