O dólar à vista deu continuidade ao mau humor dos mercados observado na sessão de ontem. Mais uma vez, os ativos considerados mais arriscados estiveram entre os mais pressionados, com as moedas de mercados emergentes entre as mais afetadas, na relação das 33 mais líquidas. No Brasil, o cenário eleitoral não trouxe nenhum novo gatilho para a dinâmica do câmbio, enquanto, na parte técnica, o Banco Central voltou a atuar, vendendo US$ 1 bilhão por meio de linha (venda de dólares com compromisso de
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