A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner, que cumpre prisão domiciliar, pediu ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas que revise sua condenação por corrupção e suspenda a proibição vitalícia de exercer cargos públicos que atualmente a impede de disputar as eleições de 2027, disse seu advogado nesta terça-feira. Kirchner foi condenada em 2025 a seis anos de prisão e à proibição permanente de exercer cargos públicos após ser considerada culpada de fraude, em uma decisão que, segundo
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real