Na transmissão ao vivo da Suno sobre a apuração do segundo turno das eleições de 2026, João Arthur Almeida, CFA, diretor de Investimentos e Relacionamento com o Cliente da Suno Consultoria, destacou que a diversificação e o conhecimento do perfil de risco são essenciais para evitar decisões precipitadas em períodos de incerteza. O especialista afirmou que a carteira não pode depender de um resultado específico, pois a eleição é imprevisível. Como referência inicial, mencionou uma exposição de aproximadamente 15% a 20% do patrimônio em ativos dolarizados, embora reconheça que a proporção varia conforme os objetivos individuais, como custear estudos no exterior. Também recomendou manter uma parcela em aplicações de alta liquidez, citando o CDI como alternativa para remunerar essa reserva, que difere da reserva de emergência por focar em oportunidades de investimento. Por fim, enfatizou que organizar o orçamento, poupar regularmente e compreender o próprio perfil de risco são passos fundamentais antes de selecionar ativos.
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