O Bitcoin (BTC) negocia em torno de US$ 78 mil nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, com variação mínima na semana, enquanto o Ethereum (ETH) registra um salto de 6% no dia. A valorização do ETH e a estabilidade do BTC são atribuídas à divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que veio em linha com as projeções, sinalizando uma potencial estabilização inflacionária e reduzindo a pressão por aperto monetário. No Brasil, a percepção de menor risco global e a estabilização da inflação nos EUA podem aliviar a pressão sobre o USDBRL, favorecendo o IBOV e empresas de tecnologia como TOTS3, que se beneficiam de um cenário de maior apetite por risco. Em 2023, divulgações de CPI em linha com o esperado também geraram ralis de alívio em ativos de risco, com o S&P 500 subindo ~2% e o Bitcoin ~5% nas 24h seguintes a anúncios similares. O próximo gatilho a monitorar será a decisão de juros do FOMC em 16 de setembro de 2026, que poderá confirmar ou reverter as expectativas de política monetária mais branda. No médio prazo (próximas 4-6 semanas), a continuidade de dados inflacionários controlados nos EUA pode fortalecer a narrativa de um 'soft landing' e sustentar o momentum positivo para criptoativos e tecnologia, mas qualquer surpresa nos dados de emprego pode gerar volatilidade.
Nas próximas 24-72 horas, espera-se que o Bitcoin mantenha sua consolidação em torno de US$ 78 mil, enquanto o Ethereum pode estender seus ganhos. No médio prazo (1-4 semanas), a atenção se volta para a decisão do FOMC em 16 de setembro de 2026; se o Fed adotar uma postura menos agressiva, o BTC poderá buscar a faixa de US$ 80-82 mil e o ETH os US$ 4.500. Um reaquecimento inesperado da inflação ou uma surpresa negativa no relatório de empregos podem reverter rapidamente o cenário, elevando a volatilidade.
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