O Bitcoin atingiu a marca de US$85.000, um patamar não visto desde janeiro, com o mercado de criptoativos registrando mais de US$750 milhões em liquidações de posições vendidas em apenas 24 horas. Este volume expressivo de liquidações, predominantemente de shorts, atua como um mecanismo de "short squeeze", forçando os vendedores a recomprarem o ativo para cobrir suas posições, o que impulsiona ainda mais o preço. Eventos históricos de short squeeze em 2021 e 2024 demonstraram padrões similares de aceleração de preços e liquidações massivas, resultando em ganhos superiores a 20% em poucos dias. O próximo gatilho para o mercado de criptoativos será a divulgação de dados macroeconômicos como o payroll, aguardado para 2 de outubro de 2026, ou decisões de política monetária do Fed. No médio prazo, a sustentação do fluxo de ETFs spot e a ausência de deterioração macroeconômica global podem consolidar a tendência de alta do Bitcoin.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin deverá consolidar o patamar de US$85.000. O principal gatilho de aceleração será a aprovação de ETFs de Ether spot ou um corte de juros pelo Fed. O cenário de médio prazo (3-6 meses) aponta para um teste de US$95.000-100.000 caso os fluxos institucionais permaneçam robustos.
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