O Bitcoin registrou uma divergência de alta no Índice de Força Relativa (RSI), um padrão técnico que, historicamente, precede reversões de tendência e pode indicar um fundo de mercado. Este sinal técnico sugere que a pressão de venda está diminuindo, apesar de o preço ainda estar em baixa, indicando uma potencial exaustão dos vendedores e uma oportunidade para acumulação. A confirmação de um fundo impulsionaria BTC e ETFs como IBIT e FBTC, enquanto novas quedas impactariam negativamente MSTR, COIN e mineradoras como MARA. Para o investidor brasileiro, a volatilidade do BTC pode influenciar o apetite por risco em ativos como HASH11 e até mesmo indiretamente no apetite por risco global, afetando o câmbio USDBRL em cenários de forte aversão global. Divergências de RSI bullish foram observadas em fundos de mercado anteriores, como em meados de 2018 e no final de 2022, que precederam recuperações significativas, embora o padrão de 2022 também tenha visto um período estendido de baixa antes da virada. O próximo gatilho será a sustentação do preço do BTC acima de níveis de suporte críticos e o volume de acumulação, com dados on-chain fornecendo validação. No médio prazo, a resolução desta divergência definirá se o BTC iniciará uma recuperação de múltiplos meses ou se enfrentará uma fase prolongada de lateralização ou novas perdas, mantendo um cenário de alta incerteza até a quebra de uma das tendências.
Nas próximas 2-4 semanas, o BTC (atualmente ~$59,542) deve testar a resiliência do suporte de $57k-$58k. A confirmação de um fundo exigirá volume de compra sustentado e a superação da resistência em $62k. Caso contrário, a busca por novos mínimos, talvez $55k-$50k, se tornará o cenário mais provável, com alta volatilidade prevalecendo.
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