A test chain do eCash (pECX) foi lançada em 23 de agosto, utilizando blocos de prática, mas os holders de Bitcoin (BTC) enfrentam riscos de bifurcação não resolvidos. A falta de software finalizado, regras de replay e diretrizes claras para exchanges cria incerteza, podendo levar a ataques de replay e confusão sobre a alocação de novos tokens. Esta situação eleva a volatilidade para BTC ($77,143), ETH ($2,442) e tokens de exchanges como BNB, à medida que investidores reavaliam a segurança e a liquidez. Para investidores brasileiros, a incerteza pode gerar pressão de venda em BTC, influenciando indiretamente ETFs como HASH11 e BITH11. A bifurcação do Bitcoin Cash (BCH) em 2017 gerou considerável incerteza e divisões na comunidade, resultando em volatilidade significativa para o BTC. O prazo final de outubro para a bifurcação eCash é o principal gatilho a monitorar, especialmente sobre a divulgação de regras claras de replay e suporte das exchanges. No médio prazo, a resolução ou não desses riscos determinará se a bifurcação será uma oportunidade de 'free money' ou um evento de desestabilização para o ecossistema Bitcoin.
Nas próximas 4-6 semanas, a volatilidade do BTC ($77,143) e de altcoins deve persistir, com o mercado monitorando de perto as atualizações sobre o software final do eCash e as políticas das exchanges. O principal gatilho será a comunicação clara sobre regras de replay e suporte antes do deadline de outubro. Se as resoluções forem insatisfatórias, o BTC pode testar suportes abaixo de $75,000.
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