Entre 2020 e 2025, o Brasil escalou dez posições no Índice Global de Inovação, divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Este avanço é atribuído a um ecossistema de inovação vibrante, composto por empresas com visão de longo prazo, empreendedores de startups e cientistas altamente qualificados, embora ainda seja considerado restrito. O cenário aponta para um potencial subaproveitado para empresas de tecnologia listadas na B3, como TOTS3 e LWSA3, e gestores com exposição a venture capital. Um maior foco em inovação pode atrair capital estrangeiro, fortalecer o BRL e melhorar o perfil de risco do IBOV no longo prazo. Historicamente, países como a Coreia do Sul nos anos 1980-90 demonstraram que investimentos massivos em P&D e educação podem transformar a economia, resultando em crescimento médio do PIB superior a 5% por década. O próximo passo a monitorar é a possível criação de novas políticas de incentivo fiscal à inovação ou fundos de fomento do BNDES. No médio prazo (2-3 anos), a expansão do ecossistema de inovação pode impulsionar setores de alta tecnologia e serviços especializados, diversificando a economia.
Nas próximas 6-12 meses, o mercado deve observar a formação de grupos de trabalho ou propostas legislativas que visem ampliar o apoio à inovação. Se houver anúncios concretos de incentivos fiscais ou novos fundos, TOTS3 e LWSA3 podem ver um rally de 5-10%, enquanto a ausência de tais medidas pode levar a uma lateralização.
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