O governo federal detalhou nesta sexta‑feira, 9, medidas adicionais para frear os preços dos combustíveis no Brasil, ampliando a desoneração da gasolina e do etanol hidratado e criando nova subvenção ao diesel, com validade de um mês. A redução de impostos e a concessão de subsídio diminuem o preço ao consumidor e o custo operacional de diesel, estimulando a demanda e aliviando a pressão inflacionária. O efeito chega ao investidor brasileiro através de menores gastos com transporte, menor impacto nos preços de bens e serviços e possível alívio nas expectativas de política monetária. Não há relato de reações imediatas de fundos ou gestores na fonte. Historicamente, reduções temporárias de ICMS sobre gasolina já geraram queda nos preços ao consumidor no mês subsequente. O desfecho dependerá da extensão da medida após o prazo de um mês e da evolução dos indicadores de preços de combustíveis divulgados pelo IBGE.
O prazo de validade das medidas é de um mês; o desfecho será definido pela extensão ou renovação das desonerações e subsídios ao final de outubro e pelos próximos dados de preços de combustíveis divulgados pelo IBGE em 15/11.
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