Imagine um diretor de um fundo de investimentos que, ao identificar seu ativo mais lucrativo, decide vendê-lo para comprar outro, de alto risco e sem histórico de retorno. Parece irracional. Ainda assim, uma lógica semelhante se repete nas empresas: o profissional com melhor desempenho técnico é retirado da operação e promovido a gestor, muitas vezes sem preparo para liderar pessoas. É o que Danieli Wegermann chama de "efeito canibal": a organização perde um excelente executor e pode ganhar, em
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