A WEG (WEGE3) reportou lucro líquido de R$ 1,66 bilhão referente ao terceiro trimestre de 2026 (3T26), um avanço de 0,9% ante o mesmo período no ano anterior, mostra relatório de resultados divulgado ao mercado nesta quarta-feira (21). O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 2,34 bilhões, uma alta de 3,1% na comparação anual. Já a margem Ebitda encolheu 0,6 ponto percentual (p.p), para 21,6%. O retorno sobre o capital investido (ROIC) da WEG alcançou 33,2%, um avanço de 0,8 p.p. O mercado aguardava o resultado com o alerta aceso para o aumento nos custos de cobre, aço e alumínio, além de um câmbio ainda desfavorável e dos impactos das tarifas implementadas por Donald Trump nos Estados Unidos, que poderiam continuar pressionando a comparação anual, como observado nos últimos trimestres. “Seguimos confiantes em nosso modelo de diversificação de produtos e soluções, flexibilidade operacional e presença global, que possibilita aproveitarmos as oportunidades presentes em diferentes mercados de atuação”, afirma a WEG no balanço. Outros números A receita operacional líquida da companhia totalizou R$ 10,8 bilhões no trimestre, um incremento de 5,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2025. O mercado interno foi responsável por R$ 4,07 bilhões, uma alta de 1,8% na comparação anual. Já o mercado externo registrou R$ 6,78 bilhões, um avanço de 8,3%. De acordo com a WEG, o crescimento da receita e a manutenção de margens operacionais saudáveis tiveram impulso do bom desempenho dos negócios no mercado externo, sustentado pela boa demanda por produtos e serviços nos principais segmentos de atuação, apesar do impacto da valorização do real no período. As atividades operacionais apresentaram geração de caixa de R$ 3,872 bilhões até setembro de 2026, resultado da continuidade das boas margens operacionais, e bons indicadores de capital de giro operacional no período. No terceiro trimestre houve investimento de R$ 905,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas e equipamentos e licenças de uso de softwares, sendo 39,8% destinados às unidades produtivas no Brasil e 60,2% destinados aos parques industriais e demais instalações no exterior. Por dentro dos mercados Receba gratuitamente as newsletters do Money Times OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.
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