A fonte TASS divulgou que a delegação russa em Viena relatou 214 incidentes de ataque a navios atribuídos a Kiev durante 2026, com sete ataques a grandes petroleiros que carregam óleo kazakh via o Consórcio do Oleoduto do Cáspio. O mecanismo econômico é a interrupção da oferta de petróleo kazakh, que reduz a quantidade disponível para exportação e cria risco de escassez no mercado global. Historicamente, episódios semelhantes de interrupção de rotas marítimas elevaram os preços do Brent em torno de 5% a 8% nos meses seguintes. O próximo gatilho a monitorar são os relatórios de exportação de petróleo do Cazaquistão e as comunicações de segurança marítima emitidas pelas autoridades russas. O desfecho dependerá da evolução das tensões entre Rússia e Ucrânia e da capacidade de manter o fluxo de exportação através do Cáspio.
A decisão das negociações de segurança marítima em Viena, prevista para o próximo trimestre, e os relatórios mensais de exportação de petróleo do Cazaquistão definirão se a oferta permanecerá restrita ou será restabelecida.
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