A escassez de diesel surge como consequência de escolhas aparentemente racionais de diversos Estados, que acabam por reduzir a oferta do combustível. Essa restrição eleva o preço do diesel, aumenta os custos de transporte e compromete a segurança energética coletiva. O impacto chega ao investidor brasileiro via aumento dos custos operacionais de transportadoras, elevação dos preços de energia e variações nos índices setoriais de energia. Analistas apontam que a fragmentação das políticas de combustível pode gerar volatilidade nos mercados de energia e logística. Um paralelo histórico pode ser visto na crise do petróleo de 1973, quando os preços do diesel dispararam. O desfecho dependerá da capacidade dos governos de coordenar políticas de combustível e da resposta dos refinadores nos próximos meses.
As próximas decisões de políticas de combustível dos principais Estados e os relatórios de capacidade de refino divulgados nos próximos meses.
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