Em setembro, o banco central da China comprou mais ouro, prolongando um ciclo de aquisições que já soma quase dois anos. A compra oficial eleva a demanda institucional e reduz a oferta disponível no mercado, o que tende a sustentar o preço do metal. O enfraquecimento do preço, próximo a US$ 4.000 por onça, indica que a pressão compradora ainda não foi totalmente absorvida. O aumento das reservas de ouro sinaliza confiança do país no ativo como reserva de valor. Para investidores brasileiros, o efeito se traduz em potenciais ganhos nos ativos que replicam ou extraem ouro. A continuação ou interrupção dessa política será confirmada nos próximos dados de reservas cambiais da China.
A publicação dos dados oficiais de reservas internacionais da China, prevista para início de novembro, mostrará se a compra de ouro continuará ou será interrompida.
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