A terceira fase da operação Carbono Oculto indica que, ao pedir dinheiro para Daniel Vorcaro, o ex-banqueiro do Master, o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ajudou o crime organizado. Se o Master, na cabeça do eleitor, virou uma arca de Noé, este vínculo só um candidato tem, não por acaso, o único da disputa presidencial investigado na operação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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