Saída de US$29 bi de títulos ameaça rally do Bitcoin

O fluxo privado retirou US$29 bilhões de títulos do Tesouro dos EUA em setembro, enquanto o rendimento dos títulos de 10 anos manteve‑se próximo de 5% (F1). A saída reduz a demanda por dívida pública, eleva os rendimentos e diminui a atratividade de ativos de baixa taxa como o Bitcoin, que costuma subir quando os rendimentos caem (F2). Para o investidor brasileiro que aporta R$500 por mês, a volatilidade do BTC pode tornar a alocação em cripto menos vantajosa, sugerindo foco em renda fixa local ou fundos de ações com dividendos (F4). Em 2022, uma fuga de capital dos Treasuries coincidiu com queda significativa do Bitcoin nos meses subsequentes (F6). O próximo gatilho a observar é a decisão do Fed sobre a taxa de juros em outubro; um aumento pode intensificar a fuga e pressionar ainda mais o BTC (F7). No médio prazo, se os rendimentos permanecerem acima de 5%, espera‑se que o Bitcoin permaneça em faixa lateral ou registre ganhos modestos, enquanto ativos de renda fixa podem se valorizar (F8).

Análise

Até o final de outubro 2026, se o rendimento do 10‑year permanecer acima de 5%, espera‑se que BTC (US$76,838) teste a zona de US$73k‑$78k, com provável manutenção de tendência lateral ou leve queda.

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