O real deixou de ser uma aposta totalmente confortável para o investidor estrangeiro, como era no início do ano. A proximidade das eleições brasileiras passou a contaminar uma das operações mais populares dos últimos meses — o “carry-trade” — e levou bancos internacionais a elevar o tom de cautela. Ainda assim, o elevado diferencial de juros e a percepção de que uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já está um pouco refletida nos preços impedem uma debandada das pos
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real