Em 4 de novembro de 2026, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a regulamentação da nova jornada de trabalho, que substitui a escala 6×1, é prioridade da pasta e que o decreto será publicado em 9 de novembro. A medida visa estabelecer orientações para a implementação das mudanças nas jornadas de trabalho, permitindo diferentes formatos de distribuição das horas desde que respeitados os limites da proposta. A proposta prevê redução progressiva da jornada semanal para 42 horas e depois 40 horas, com duas folgas semanais, e não obriga a adoção universal do modelo 5×2. O ministro citou os números de geração de empregos formais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) como base para a discussão. A regulamentação deverá detalhar como as mudanças serão aplicadas, respeitando condições constitucionais e negociações entre empregadores e trabalhadores.
A publicação do decreto no dia 9 de novembro definirá as regras detalhadas de implementação da nova jornada, incluindo limites de horas, requisitos de duas folgas semanais e condições para adoção de diferentes escalas. O acompanhamento das orientações específicas para cada setor e das negociações coletivas subsequentes será essencial para entender o impacto real nas empresas.
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