Os Estados Unidos lançaram ataques a alvos iranianos pela 11ª noite consecutiva, e o senador Rubio alertou que a ameaça ao Estreito de Hormuz pode gerar consequências globais. A possibilidade de fechamento do estreito reduz a oferta de petróleo, impulsionando o preço do barril e encarecendo o combustível. O impacto chega ao investidor brasileiro através da variação do IBOV, do dólar e da pressão sobre margens setoriais. Reações de autoridades militares dos EUA foram citadas, mas não há menção a movimentos de mercado ainda. Em 2019, tensões no Hormuz provocaram alta expressiva nos preços do petróleo, gerando efeitos semelhantes nos setores de energia e aviação. O próximo gatilho será a evolução das hostilidades no estreito e eventuais comunicados oficiais sobre sua abertura ou fechamento. O desfecho dependerá da manutenção da navegação livre no Hormuz e da resposta dos preços do petróleo nos próximos dias.
A continuidade ou interrupção da navegação no Estreito de Hormuz e a reação dos preços do petróleo nos próximos dias; acompanhar comunicados do US Central Command e relatórios da OPEP será essencial.
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