Tesouro em queda, petróleo baixa e pesquisas eleitorais

F1: As taxas do Tesouro registraram a quarta queda seguida, refletindo maior liquidez e expectativas de política monetária acomodatícia. F2: O aumento das exportações sauditas acima de 4 milhões de barris/dia aliviou a oferta global, reduzindo os preços do petróleo. F4: No Brasil, a equiparação nas pesquisas entre Lula e Flávio Bolsonaro pode gerar volatilidade cambial e de ações, especialmente em setores sensíveis a risco político. F6: Em setembro de 2014, a decisão da OPEP de cortar produção provocou queda de cerca de 30% no Brent, gerando forte reversão nas ações de energia. F7: O próximo gatilho será a divulgação dos resultados da pesquisa da Quaest ainda hoje, que pode confirmar o empate ou mudar a tendência. F8: No médio prazo, se as exportações sauditas permanecerem elevadas, o preço do petróleo deve permanecer em baixa, sustentando pressão sobre ações de energia, enquanto a queda das taxas favorece ativos de renda fixa.

Análise

Até o fim de setembro, se as exportações sauditas continuarem acima de 4 mln barr./dia, o preço do petróleo deve permanecer em baixa, pressionando PETR4, XOM e CVX; a confirmação do empate nas pesquisas da Quaest hoje pode elevar a volatilidade do real e das ações brasileiras.

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