O índice do dólar (DXY), que mede a performance da moeda americana contra uma cesta de seis divisas, subiu 0,37% para 102,58, marcando o nível mais alto desde abril de 2025. Este avanço é atribuído principalmente às crescentes tensões geopolíticas no Golfo e à persistência da inflação nos Estados Unidos. O cenário leva investidores a buscar o dólar como ativo de segurança, dada a incerteza global e a expectativa de que o Federal Reserve possa manter uma política monetária mais restritiva para combater a inflação. Um paralelo pode ser traçado com períodos de crise energética e inflação na década de 1970, quando o dólar também se fortaleceu em meio à busca por ativos seguros. Para o desfecho, é crucial monitorar a evolução das tensões no Golfo e os próximos dados de inflação dos EUA, além da decisão de juros do FOMC em 28 de outubro. A direção do DXY dependerá da resiliência da economia americana e da trajetória dos preços.
A decisão de juros do FOMC em 28 de outubro e a divulgação dos próximos dados de inflação dos EUA serão cruciais para determinar a trajetória de curto prazo do dólar. Além disso, a evolução das tensões geopolíticas no Golfo continuará a ser um fator determinante para o apetite por risco global.
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