A Strive, gestora de ativos, anunciou a aquisição de 2.000 Bitcoin, a maior compra desde junho, elevando suas reservas para cerca de 30.000 BTC. O mecanismo econômico por trás disso é a redução da oferta disponível de BTC no mercado spot, à medida que grandes instituições o detêm em tesouraria de longo prazo. O próximo balanço da Strive será crucial para detalhar o custo médio e a estratégia de aquisição. O desfecho dessa corrida por tesourarias dependerá da capacidade das empresas de gerenciar a volatilidade do Bitcoin e de como o mercado reagirá a novas aquisições.
O ritmo de aquisições de Bitcoin por empresas e a divulgação dos próximos balanços corporativos, que detalharão os custos médios das compras e o impacto nos resultados, definirão o desfecho. Acompanhar a decisão de juros do Fed em 4 de novembro de 2026 será relevante, pois mudanças na política monetária podem influenciar a atratividade de ativos de risco como o Bitcoin.
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