Novos ataques no Estreito de Ormuz geram incerteza nos mercados, resultando em futuros de Nova York operando de forma mista. Paralelamente, a expectativa pela ata do Federal Reserve adiciona outra camada de volatilidade ao cenário. A escalada da tensão em Ormuz aumenta o prêmio de risco geopolítico sobre o petróleo, elevando os preços de energia globalmente e contribuindo para as pressões inflacionárias. No Brasil, o aumento dos preços do petróleo e a potencial inflação global podem impactar o câmbio (USDBRL) e as decisões de política monetária do Banco Central. Crises anteriores no Estreito de Ormuz, como a de 2019, resultaram em picos de cerca de 15% a 20% nos preços do Brent em poucas semanas. A divulgação da ata do Fed, esperada para hoje, e a evolução dos eventos geopolíticos em Ormuz são os próximos pontos a monitorar, definindo o desfecho da incerteza.
A divulgação da ata do Fed, esperada para hoje, e a próxima decisão de juros do FOMC em 2026-11-04, juntamente com a evolução dos eventos geopolíticos no Estreito de Ormuz, são os próximos pontos a monitorar. O teor da ata do Fed fornecerá pistas sobre a trajetória futura dos juros e o combate à inflação, enquanto a situação em Ormuz definirá o risco de oferta de petróleo.
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