Dan Hillery, da UTXO, afirma que o mercado de crédito digital baseado em Bitcoin, hoje estimado em US$16 bilhões, poderia um dia rivalizar a capitalização de US$1,5 trilhão da rede. O mecanismo é o uso crescente de BTC como colateral em empréstimos, ampliando a demanda real pela criptomoeda. Para investidores brasileiros, a valorização de BTC tende a reforçar o par BTC/BRL, impactando estratégias de hedge cambial. Em 2021, a expansão do crédito DeFi elevou o preço do Bitcoin de forma significativa em poucos meses. O gatilho a monitorar é a evolução do volume de crédito digital nas próximas semanas. No médio prazo, se o crédito digital expandir significativamente, BTC pode registrar alta sustentada; caso contrário, o efeito pode ser limitado.
Nas próximas 4‑6 semanas, se o entusiasmo em torno do crédito digital se mantiver, espera‑se pressão compradora moderada sobre BTC e IBIT, com potencial de alta limitada.
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