O Fed divulgou em ata que todos os dezenove membros do FOMC votaram unanimemente pelo aumento da taxa de juros em setembro. A decisão reflete a percepção de que a inflação ainda não recua, diante de um cenário geopolítico complexo e da rápida adoção de IA. Essa postura hawkish mantém a política monetária restrita, elevando os juros de curto prazo e reforçando o dólar. Bancos americanos ganham com margens maiores, enquanto exportadores brasileiros se beneficiam de um real mais fraco. O próximo marco a observar é a decisão de política monetária do Fed em 4 de novembro, quando a taxa será novamente avaliada. O desfecho dependerá da evolução dos indicadores de inflação nos EUA e da resposta do mercado ao nível final da taxa.
A decisão de política monetária do Fed em 4 de novembro definirá se a taxa será mantida ou elevada novamente, influenciando o dólar, os rendimentos de títulos e os fluxos de capital entre ativos de risco e de renda fixa.
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