PORD11 divulga resultado de R$ 3,65 mi e yield de 1,16% em setembro

PORD11 divulga resultado de R$ 3,65 mi e yield de 1,16% em setembro O fundo imobiliário PORD11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 3,65 milhões, acima dos R$ 3,51 milhões registrados em agosto. De acordo com o relatório gerencial, os juros de CRIs foram a principal fonte de receitas no mês. As operações com ativos somaram R$ 3,47 milhões, compostas por R$ 2,44 milhões em juros de CRIs, R$ 668,3 mil em adiantamentos operacionais e R$ 361,1 mil em ganhos com FIIs. As receitas financeiras totalizaram R$ 756,6 mil, diante de despesas de R$ 575,5 mil. Com tanta incerteza no Brasil, muita gente desistiu da bolsa. A Suno não. Na maior Black Friday da nossa história, vamos provar com dados por que investir no longo prazo em boas empresas ainda é a melhor estratégia. Live gratuita, 04/11, às 20h. Clique e inscreva-se. Os dividendos referentes a setembro alcançaram R$ 3,65 milhões, o que equivale a R$ 0,098 por cota. Considerando o preço de R$ 8,43, o dividend yield mensal foi de 1,16%. Em 12 meses, os rendimentos somaram R$ 1,19 por cota, com yield de 14,12%. As distribuições acumuladas no período chegaram a R$ 44,37 milhões, próximas ao resultado de R$ 44,44 milhões. Entre janeiro e setembro, o resultado ficou em R$ 32,90 milhões, ante R$ 33,03 milhões distribuídos. A gestão reportou ainda R$ 0,030 por cota em inflação acumulada não distribuída. A rentabilidade apurada foi de 1,57% em setembro e 10,34% no ano, desempenho superior ao benchmark de 0,60% e 5,88%, respectivamente. O relatório atribui a performance às receitas de crédito e ao carregamento da carteira. Dividendos e desempenho no período Os proventos de setembro mantiveram o alinhamento entre resultado e distribuição, com R$ 3,65 milhões pagos aos cotistas. Em termos de retorno, o yield mensal de 1,16% refletiu o preço de R$ 8,43 por cota observado no período. No acumulado de 12 meses, o yield de 14,12% decorreu de R$ 1,19 por cota em rendimentos. A proximidade entre as distribuições, de R$ 44,37 milhões, e o resultado, de R$ 44,44 milhões, indica estabilidade no repasse de receitas. Entre janeiro e setembro, o fundo registrou R$ 32,90 milhões em resultado, contra R$ 33,03 milhões distribuídos, além de R$ 0,030 por cota de inflação acumulada ainda não repassada. A gestão superou o benchmark tanto em setembro (1,57% vs. 0,60%) quanto no ano (10,34% vs. 5,88%). PORD11 executa novas operações e revisa carteira de CRIs Em setembro, houve liberação adicional de R$ 4,75 milhões ao CRI Prestes, com novas liberações condicionadas à originação de recebíveis pela construtora. Em outubro, foi concluído um investimento de R$ 13,8 milhões em cotas seniores do FIDC FIT, atrelado a recebíveis do Minha Casa Minha Vida, com remuneração de CDI + 4% ao ano, prazo de 36 meses e subordinação de 20%. O fundo também adquiriu R$ 5 milhões em CRIs da Moura Dubeux, remunerados a 105% do CDI, com vencimento em julho de 2030. As movimentações ampliaram a exposição a crédito imobiliário em diferentes estruturas e prazos. Na carteira de setembro, CRIs indexados ao IPCA representavam 35% do patrimônio, enquanto ativos atrelados ao CDI somavam 32,1%. As alocações vinculadas ao IGP-M eram de 1,9% e as posições prefixadas, de 0,7%. FIIs correspondiam a 9,4% do portfólio, e o caixa representava aproximadamente 21%. Entre os CRIs, 70% estavam em operações corporativas e 30% em estruturas pulverizadas, com exposição a segmentos de habitação popular, renda urbana, residencial e hospitalar. Duas novas operações permaneciam em estruturação, e a gestão seguia avaliando oportunidades para ampliar a carteira de crédito imobiliário.

CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real