Bessent, um analista financeiro, defende que o Federal Reserve adote uma postura flexível em relação às taxas de juros, citando o impacto da inteligência artificial na produtividade econômica. O argumento central é que o aumento da produtividade impulsionado pela IA pode atenuar as pressões inflacionárias, possibilitando que o Fed seja menos agressivo em seus ciclos de aperto ou até considere cortes. Um paralelo histórico é o boom de produtividade dos anos 90, impulsionado pela internet, que permitiu ao Fed manter taxas relativamente baixas por mais tempo, apesar do crescimento robusto. Os próximos gatilhos incluem declarações de membros do Fed e dados de produtividade, como o payroll de 2 de outubro, que podem validar ou refutar essa tese. No médio prazo, se a tese da IA como desinflacionária se confirmar, o Fed pode adotar uma política monetária mais acomodatícia do que o esperado, impulsionando ativos de risco globalmente.
Nas próximas 4-8 semanas, o mercado monitorará atentamente os discursos de membros do Fed e os próximos dados de produtividade, como o NFP (payroll) de 2 de outubro, em busca de validação para a tese de Bessent.
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