O Bradesco BBI aponta a B3 como um ponto de entrada estratégico, seguindo uma correção que tornou as bolsas da América Latina mais atrativas para o 3º trimestre, com foco em Brasil e Chile. A correção de mercado gerou valuations mais favoráveis, incentivando a alocação de capital em ativos considerados descontados. Consequentemente, ações como B3SA3 e grandes instituições financeiras brasileiras (ITUB4, BBDC4, BBAS3) podem experimentar valorização. Para o investidor brasileiro, o fluxo de capital estrangeiro pode fortalecer o BRL e impulsionar o IBOV, embora a Selic continue sendo um fator relevante. Outras instituições e o Smart Money podem seguir essa tendência, buscando oportunidades em mercados emergentes com valuations ajustados. Historicamente, após correções significativas, como em 2016, o IBOV mostrou recuperação robusta, valorizando cerca de 38% no ano seguinte. Os próximos gatilhos incluem a divulgação dos resultados do 2º trimestre de 2026 e o guidance para o 3º trimestre. Em um horizonte de médio prazo (6-12 meses), a sustentabilidade da recuperação econômica e a estabilidade política serão cruciais para a performance dos mercados regionais.
Nas próximas 4-8 semanas, espera-se que o mercado comece a precificar os resultados do 2T 2026 e a perspectiva para o 3T. Se os dados confirmarem a tese de valuations atrativos e o fluxo estrangeiro se intensificar, o IBOV pode apresentar uma valorização de 5-7% até o final de agosto, com destaque para B3SA3 e grandes bancos, que podem se beneficiar da melhora do ambiente de negócios.
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