Autoridades reguladoras dos Estados Unidos, o Federal Reserve e o Office of the Comptroller of the Currency, iniciaram contato com bancos na manhã de segunda‑feira para averiguar possíveis vulnerabilidades nos seus sistemas após o hack de US$ 6,3 bilhões na Binance, conforme reportado pela Reuters. Um representante de um banco informou que não houve interrupções nos seus serviços, embora a equipe tenha preparado respostas para clientes. Bancos estão analisando o ataque e realizando diagnósticos internos para se protegerem de ameaças semelhantes. Dentro de horas, a equipe de cibersegurança de um grande banco norte‑americano entrou em contato com a Binance e está elaborando um relatório interno que poderá gerar atualizações de segurança. A Binance declarou que não tem conhecimento de conversas entre bancos e reguladores e que, após o incidente, congelou ou interceptou cerca de US$ 2,85 bilhões dos ativos roubados, repondo 98 % dos tokens afetados com recursos próprios. A investigação aponta que o roubo começou com uma entrevista de emprego falsa em 29 de outubro, combinando download de software contaminado, engenharia social e uso de ferramenta de IA interna contra engenheiros da carteira da exchange. Firmas de análise de blockchain, Chainalysis e TRM Labs, associaram o ataque ao grupo TraderTraitor, ligado à Coreia do Norte.
A decisão do Federal Reserve de intensificar a supervisão de segurança cibernética em bancos, anunciada em 05/11/2026, determinará a extensão das atualizações de sistemas e a adoção de novas diretrizes de criptomoedas.
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