Jim Cramer, conhecido apresentador de TV, recomendou aos investidores que 'saquem o dinheiro e corram' de uma 'titã da energia' que valorizou 18%. A justificativa para a venda reside na observação de que a onda de investimento temático em ações de energia limpa e nuclear está perdendo fôlego, implicando uma redução na demanda por esses ativos e pressionando seus preços. Historicamente, o esvaziamento de bolhas temáticas, como o setor solar em 2011, levou o ETF TAN a cair mais de 60%. O próximo gatilho a monitorar será a divulgação de relatórios de fundos de investimento com foco em ESG/energia limpa nos próximos trimestres, buscando sinais de saída de capital. No médio prazo, a persistência dessa tendência de desinvestimento pode levar a uma consolidação no setor, com empresas mais sólidas e rentáveis resistindo melhor à pressão.
O payroll de 2 de outubro pode ser um gatilho para reavaliação de risco generalizada, mas a tendência setorial deve predominar. Se o 'titã' de energia não for capaz de reverter o desinvestimento, a pressão vendedora pode intensificar-se, levando a desvalorizações de 5-10%.
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