As empresas ainda não conseguem extrair o potencial transformacional da inteligência artificial porque tentam encaixá-la em processos antigos, sem rever a arquitetura dos negócios ou o papel das pessoas. O diagnóstico é de Silvio Meira cientista-chefe da TDS Company e um dos fundadores do Porto Digital, que defende uma mudança no trabalho humano: deixar a execução cognitiva repetitiva para criar contexto, formular problemas, orquestrar inteligências e validar as soluções produzidas pelas máquina
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