O ouro registrou perda, mantendo queda, enquanto o conflito no Oriente Médio se expandia. O risco de interrupções no fornecimento de energia eleva preços de petróleo, sustentando pressão inflacionária global. A elevação da inflação alimenta expectativas de aumentos nas taxas de juros, reduzindo a atratividade do ouro como reserva de valor. O impacto chega ao investidor brasileiro através da cotação do ouro em reais e da exposição via ETFs como GLD negociados na B3 ou no exterior, refletindo a alta dos juros globais. Não há relato de reações de fundos ou gestores na fonte. Em contexto histórico, durante a Guerra do Golfo (1990‑1991) o preço do ouro recuou cerca de 30 % em 1991. Monitorar a evolução do conflito no Oriente Médio e a divulgação do CPI dos EUA em 23/10. O desfecho dependerá de se o conflito se intensifica, mantendo inflação alta e pressão por juros, ou se estabiliza, reduzindo essas pressões.
A evolução do conflito no Oriente Médio e a divulgação do CPI dos EUA em 23/10 definirão se a inflação permanecerá alta e se o Fed avançará com novos aumentos de juros.
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