O petróleo, embora registrando uma queda de 0,9% no início do comércio asiático, permanece acima do patamar de US$100 por barril, impulsionado por tensões geopolíticas. O conflito no Médio Oriente continua a ser o principal mecanismo por trás da compressão da oferta global, gerando um prêmio de risco que sustenta os preços em níveis elevados. Historicamente, conflitos regionais no Oriente Médio, como o embargo da OPEP em 1973, causaram picos e sustentação nos preços do petróleo, levando a choques inflacionários globais. O próximo gatilho a monitorar são quaisquer desenvolvimentos na escalada ou desescalada do conflito, que podem alterar rapidamente o balanço de oferta e demanda. No médio prazo, se a instabilidade persistir, os preços podem testar novos patamares de resistência, enquanto uma resolução poderia aliviar a pressão.
O petróleo Brent deve permanecer volátil, mas sustentado acima de US$100 nas próximas 4-8 semanas, com potencial para testar US$110-115 em caso de escalada geopolítica. O gatilho principal será a evolução do conflito no Médio Oriente e a resposta dos principais produtores. No médio prazo (3-6 meses), a demanda sazonal e a política monetária global também influenciarão, com um viés de alta moderado se a oferta continuar restrita.
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