Morgan Stanley rebaixa ações do Brasil após eleição e reforça aposta em exportadoras

Em 26/10/2026, o Morgan Stanley anunciou a rebaixamento da sua recomendação para as ações brasileiras na carteira modelo da América Latina, passando de overweight para equal-weight. Os estrategistas liderados por Nikolaj Lippmann e Julia Nogueira apontaram risco fiscal crescente, câmbio depreciado, juros elevados e desaceleração econômica como motivos para o ajuste. Apesar da redução da exposição ao Brasil, o banco evitou a classificação underweight, destacando a importância das exportadoras e grandes bancos. Como parte da rotação, aumentou a exposição a Vale (VALE3), Embraer (EMBJ3), JBS (JBSS3) e recolocou Suzano (SUZB3) na carteira, citando a geração de caixa em dólar. Reduziu posições em B3 (B3SA3), BTG Pactual (BPAC11), XP (XP), Nubank (ROXO34), Mercado Livre (MELI34) e Sabesp (SBSP3), argumentando que juros mais altos e crescimento econômico fraco prejudicariam esses setores. A carteira ainda inclui Petrobras (PETR4) e Itaú Unibanco (ITUB4) como ativos de peso.

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