Tom Lee, estrategista de mercado, manifestou uma expectativa "realmente otimista" para o desempenho do mercado de criptomoedas ao longo dos próximos 12 meses. O mecanismo econômico por trás dessa tese reside na crescente legitimidade da classe de ativos, atraindo mais capital institucional e de varejo, além de um possível pivô na política monetária global. Um paralelo histórico relevante pode ser traçado com o ciclo de alta de 2020-2021, quando o Bitcoin valorizou mais de 400% em 12 meses após a injeção de liquidez global. O próximo gatilho a monitorar inclui a decisão de juros do FOMC em 16 de setembro de 2026 e o halving do Bitcoin, esperado para o final de 2026, que tradicionalmente impulsiona o preço. No horizonte de médio prazo, a visão é de um mercado cripto mais maduro, com maior integração financeira e potencial para novos picos históricos.
O Bitcoin deve testar a zona de US$85.000-US$90.000 nos próximos 3-6 meses, impulsionado por fluxos de ETFs e o otimismo pós-halving. Um corte de juros pelo Fed, esperado para o final de 2026, pode acelerar para US$100.000+ no horizonte de 12 meses.
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