Os termos de troca mais favoráveis e o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, que no primeiro deste ano fizeram o câmbio brasileiro se descolar do comportamento dos juros futuros, agora perdem papel na formação de preço da relação dólar/real, apontam as economistas Julia Marasca e Julia Gottlieb, do Itaú BBA, em relatório. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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